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Archive for the ‘Psicologia de banca de jornal?’ Category

Pensamento do dia

Faça parte da solução e não do problema. E pelo amor de Deus, só coloque conteúdo relevante na Internet (Twitter, blogs, etc). Chega de lixo.

Lançamento da Marroquim Consultoria!

Sim, é verdade. Coloquei no ar um novo empreendimento, o primeiro passo para concretizar um dos meus grandes sonhos. A Marroquim Consultoria nasce com uma proposta clara: contribuir com o cliente.

Contribuir, para mim, significa fazer o melhor possível pelo cliente, entregando um sistema bem feito e que atende perfeitamente aos seus requisitos.

Contribuir significa não cobrar um super preço pelo produto. Preferi alugar software em vez de vendê-lo. Isso, além de facilitar o acesso de pequenas empresas aos sistemas, elimina a complexidade de montar servidores de aplicação, servidores de bancos de dados, backup e outras coisas em cada cliente. Todas essas preocupações ficam com a Marroquim Consultoria e a empresa de hospedagem. O aluguel também permite ao cliente ter a sua versão da aplicação sempre atualizada, sem custos adicionais.

Contribuir significa entregar sistemas seguros, leves, rápidos, acessíveis e atualizados com as novas tecnologias. Desenvolveremos apenas sistemas que sejam acessíveis pela Web e todos eles também serão acessíveis via celular.

Já temos 2 projetos. Realmente espero que esse empreendimento dê certo. Vou fazer de tudo para garantir um serviço impecável para quem nos contratar. Nada menos que isso importa.

VISITE: http://www.marroquimconsultoria.com.br/

Quebra Tudo!

Nossa esse livro é bom demais! Escrito pelo Ricardo Jordão Magalhães, dono da BizRevolution. Quebra Tudo é um convite à guerra. Gerra contra a mediocridade, baixa-estima, falta de atitude e falta de criatividade que estão tão presentes em nossas vidas.

Com o livro, o autor incita o leitor a ser mais humano e a não ter medo de errar. Afinal, errar é humano! Ter força de vontade para mudar não só o indivíduo mas todos os que estão à sua volta é um conceito que é exemplificado em todos os capítulos. Mudar como? Pondo em prática suas idéias, concretizando sonhos e inspirando os outros a fazer o mesmo. É um conceito edificante!

Quantas vezes você já ouviu um “não!”? Quantas risadas você já ouviu quando falou de suas idéias? A criatividade e o espírito empreendedor são características do ser humano. Nascem com a gente. Mas nos são privadas desde a infância, para o bem dos interessados. O livro procura resgatar esse poder do ser humano de inovar, agir e reagir promovendo a verdadeira (r)evolução de si e de todos que estão à sua volta.

Quebra Tudo convoca o leitor a trocar o marasmo e a mediocridade por um turbilhão de emoções, sucessos e derrotas, pois só assim é que se dá a verdadeira evolução do indivíduo e da socidade. Só assim são criados novos conhecimentos, novas experiências, novos empreendimentos, novas oportunidades, novas metas e novos sonhos. Nada menos que isso interessa. Grande livro.

TED me surpreende novamente!

Encontrei um post excelente no blog BizRevolution que continha 2 vídeos referentes a uma palestra no TED. Fantástico. A idéia central complementa o que já falei no post anterior. NÃO PODEMOS MAIS CRIAR SERES PARA PASSAR EM VESTIBULARES, CONCURSOS E CERTIFICAÇÕES! Se todo mundo ter como objetivo máximo apenas essas coisas (vestibular, emprego privado, emprego público, aposentadoria), não sobrará ninguém para ser criativo! E.. tudo que temos hoje se deve a gente que foi criativa, que não se contentou, que se esforçou para inovar, etc.

Os vídeos estão logo abaixo.

Primeiro grande post em 2009

Nossa, faz um tempão que não escrevo nada. Já estou preocupado: um blog de um Analista de Sistemas que não tem nada sobre tecnologia??? Pois bem, esse vai ser outro texto que não tem nada haver com tecnologia.

Encontrei um artigo muito bom aqui e gostei da frase:

“Se você não quiser ficar sem idéias o melhor a fazer é não executá-las”

Por favor, assista o vídeo que está no artigo. Achei muito interessante. De fato, muita gente tem idéias (boas e ruins)  mas nunca as executa. Muita gente é treinada nas escolas e em casa para estudar/decorar diversos assuntos para passar no vestibular e depois passar em um concurso e aí garantir a tão sonhada estabilidade. Nada de errado. Mas cadê a inovação? Onde está a atitude? E o empreendedorismo? Com todo mundo fazendo concurso para se acomodar quem vai inventar novas coisas? Novas empresas? Novos produtos? Novas oportunidades? Boa parte dos estudantes de hoje serão os bois/salsichas de amanhã (leia este outro post meu).

Quase ninguém é convocado/provocado a exercitar sua auto-estima através da concretização dos seus sonhos! O resultado é um bocado de gente submissa e medíocre que quer distância de qualquer coisa que transpire inovação. Pessoas menos humanas, com pensamentos similares trabalhando em empresas similares e com empregos similares. Para o bem dos interessados…

Cartun de Luciano Pires

Cartun de Luciano Pires

Eu tento me livrar disso. Eu me esforço. Em 2006 e 2007 mudei de emprego. Terminei minha TCC e me formei. Desenvolvi junto com a equipe da Infoway um gerador de aplicações JEE muito bom, o JHeat. Em 2008 lançei o meu primeiro serviço on-line, o Meu Feirão (serviço para venda e troca de produtos novos e usados). No meu local de trabalho desenvolvi junto com a equipe dois grandes sistemas: Opala (cadastro e gerenciamento das propostas para emissão do cartão de crédito) e Safira (gerenciamento de contas com atraso). Também aprendi Ruby e Ruby-on-Rails, uma incrivel tecnologia para desenvolvimento de software para a Web. Não estou acostumado a me acomodar e com esse post quero convocar todos a por em prática suas idéias! Empreender de alguma forma!

Para 2009 já tenho alguns planos:

1 – Voltar a fazer academia;

2 – Terminar o artigo final da minha especialização em Banco de Dados;

3 – Aprender Python e DJango;

4 – Ler mais livros (vou escrever resenhas aqui sobre cada livro que eu ler a partir de agora);

5 – Melhorar minha posição na BOVESPA (veja o blog que criei: Eu Na Bolsa);

6 – Ainda não pensei, mas quanto tiver a idéia, vou concretizá-la.

Enfim, desejo a todos muito sucesso em 2009 e que ponham em prática suas idéias mais absurdas. Que neste ano você faça todos os dias algo que tenha medo (entrar na sala do chefe e falar com ele, por exemplo).

Alguns sites legais:

http://www.bizrevolution.com.br/

http://www.lucianopires.com.br/

Exercite sua criatividade e seja feliz!

Tem que aprender Inglês!

Novembro 27, 2008 Mário Marroquim 2 comentários

DESABAFO: Vivemos em um mundo constantemente em processo de integração, econômica e social. Recentemente vimos a crise nas bolsas de valores, atingindo dezenas de países. Sabemos que o processo de globalização existe e exige das empresas ações globais para enfrentar a concorrência. Não existem mais fronteiras. Principalmente no ramo da Internet: essa mídia é totalmente democrática e um produto pode chegar a milhões em dias! A Internet integra empresas e clientes e pessoas de um modo geral. Blogs e wikis são exemplos de comunicação e colabaração entre as pessoas, dentro da grande rede.

A língua é sem dúvida um dos principais elementos para promover toda essa comunicação. Atualmente é o inglês. Ponto. TEM QUE APRENDER INGLÊS. Trabalho como Analista de Sistemas/Desenvolvedor de Software e nesse ramo trabalhamos com linguagens feitas em inglês (ruby, java, php, python, etc). Trabalhamos com metodologias ágeis de desenvolvimento como XP (eXtreme Programming) e Scrum. Temos que nos manter bastante atualizados. Tão atualizados que simplesmente não podemos esperar 3 anos para que alguém faça um livro e que esse livro seja traduzido. Temos que ir na fonte, seja no blog do futuro autor ou buscando por artigos publicados mundo afora (quantos artigos você já leu esse ano?). A velocidade com que as coisas andam hoje em dia exige da gente capacidade de … LER EM INGLÊS. Sem inglês o indivíduo não entende direito a linguagem de programação com que trabalha (sem falar em DSLs), não consegue se atualizar (a maioria dos artigos sobre as novíssimas tecnologias está em inglês), não consegue se comunicar com pessoas fora do Brasil, etc. É uma limitação muito grande. Vou até resumir o que se perde TODOS OS DIAS quando não se sabe inglês, na minha área:

0 – Não vai entender o conteúdo do famoso texto do  Knuth (ao menos você sabe quem ele é, certo?);

1- Não vai conseguir ler o blog do incrível Martin Fowler;

2 – Não vai entender quase nada do que diz o famoso Kent Beck;

3 – Não vai aproveitar ao máximo a excelente ferramenta InfoQ;

4 – Não vai entender quase nada da documentação ATUALIZADA do Hibernate (na verdade também não vai entender muita coisa da documentação do Struts, do Spring, da Displaytag, do Ruby-on-Rails, Django, etc);

5 – Todo o resto que não está traduzido para português.

É muita coisa que se perde quando não se sabe inglês…

Aí eu vejo um bocado de programadores protelando a idéia de em um momento distante pensar em fazer algum cursinho meia-boca de inglês… Não dá! Inglês já!

Pensar que nunca vai precisar do inglês e que tudo será traduzido “com o tempo” é esperar o ostracismo em suaves prestações. É mediocridade. Se você não sabe inglês e trabalha na área de tecnologia, DO YOURSELF A FAVOR, LEARN ENGLISH! THAT´S ALL FOLKS!

Mário Sérgio Coelho Marroquim

Hoje eu fiz a diferença!

Olá,

Hoje está lançado oficialmente meu primeiro serviço na web. Meu Feirão (http://www.meufeirao.com). Trata-se de uma ferramenta gratuita para troca e/ou venda de produtos novos ou usados. Você pode pesquisar os produtos cadastrados, enviar dúvidas e combinar a troca ou venda na mesma cidade ou através dos Correios. Se for vender, combine o pagamento via depósito bancário ou cheque ou qualquer outra forma!

Sim, hoje eu fiz a diferença. Muita gente é treinada (treinamento é diferente de educação) nas escolas a seguir regras, conseguir emprego, fazer poupança e se aposentar. Quase ninguém ensina empreendedorismo e invovação às crianças nas escolas e nem aos jovens nas universidades. Quase ninguém é estimulado a forçar barreiras, arriscar, reclamar, propor, criticar! Já comentei em outro post sobre essa passividade com que a gente encara a vida. Leiam.

Pois bem, finalmente lançei minha primeira aplicação (já tenho outras em mente). Não está certo como ganheirei dinheiro com ela (sim, a aplicação é gratuita, mas posso cobrar por banners, destaques em produtos, etc. Alguma sugestão?). Mas coloquei no ar. Isso é que é importante: contribuir com algo ou alguém, realizar algo. Provocar. Se der certo ótimo! Se der errado, ok! No mínimo serviu de algum marketing para mim.

Espero que gostem do serviço e que ele contribua com alguém ou alguma coisa. Vou colocar o projeto no RubyForge (o código é em Ruby e utiliza o framework Ruby-on-Rails) para que outros possam baixar, contribuir e aprender com ele.

Lembre-se: você não precisa de consenso para ser o que é e fazer o que quer. Por em prática suas idéias em prática, além de exercitar sua auto-estima e lhe fazer bem, pode também contribuir com outras pessoas e pode também estimular mais gente a fazer o mesmo: por em prática suas idéias! Em uma sociedade tão maculada pelo comodismo e pela mediocridade é essencial provocar as pessoas a inovarem, arriscarem, trabalharem, criticarem, etc. É bom. Nada menos que isso interessa!!!

Abraços!

Para refletir!

A gente pode
morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos
e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode
dormir numa cama mais ou menos,
comer um feijão mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos
e até ser obrigado a acreditar
mais ou menos no futuro.
A gente pode
olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos.
Tudo bem.
O que a gente não pode
mesmo, nunca, de jeito nenhum
é amar mais ou menos,
é sonhar mais ou menos,
é ser amigo mais ou menos,
é namorar mais ou menos,
é ter fé mais ou menos
e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar
uma pessoa mais ou menos. (Chico Xavier)

Hoje eu dei um sorvete à alguém que me pediu!

Acontece tanta coisa ruim com a gente que nós criamos “barreiras naturais” para nos proteger. “Todo pivete é perigoso”, “Toda pessoa que pede esmola não precisa ou então vai usar para beber cachaça ou comprar loló”, etc. Creio que seria muito bom a gente deixar um pouco de lado essas proteções que uma vez ou outra realmente são necessárias. Elas nos afastam da realidade e em algum momento nos tornam insensíveis, nos tornam menos humanos.

Já ouvi gente que diz que à principio não confia em ninguém e vai removendo essa barreira com o tempo, quando vai conhecendo melhor a pessoa. Poxa! Não confiar em ninguém? Todo pivete é perigoso? Todo pedinte é um bêbado que bate na esposa? Muitos são, tá certo, mas não dá para generalizar assim.

Meu pensamento é que sempre devemos ter a mente aberta para as coisas que nos acontecem. Sempre deveríamos analisar, pensar, se preocupar, confiar. Afinal se ninguém confiar em ninguém não teremos uma sociedade de verdade. Que tal considerar todos como amigos?. Tratar bem todo mundo? Dar crédito às pessoas antes de julgá-las e atribuirmos estereótipos? Não fomos nós que inventamos a célebre frase “inocente até que se prove o contrário”? É muito melhor pensar assim do que ficar do lado de gente que pensa “culpado até que se prove o contrário”. Quero ser o melhor amigo de todos!

Pois bem. Hoje fui comprar sorvete com minha paquera (ela não quer que eu a chame de namorada – não vou dar mais detalhes para vocês). Estava eu estacionado perto da sorveteria. Um menino de rua chegou no vidro e me pediu dinheiro para comprar sorvete. Pela aparência dele percebi que ele não teria realmente dinheiro para comprar sorvete. Perguntei a ele qual era o preço. “R$ 1,50″. Peguei uma nota de R$ 2,00 e prontamente entreguei a ele. Eu tinha o dinheiro. Ele precisava. Ele disse que era para comprar sorvete. Eu achei o motivo justo. Então dei o dinheiro à ele e ele foi comprar o sorvete. Vi ele comprando e vi ele comendo. O irmão dele me abordou e eu disse que o dito cujo já estava viabilizando a delícia. O menino foi correndo ao encontro do irmão. Enfim.. o quê você teria pensado e/ou feito? Conheço gente que diria “Não tenho dinheiro”, “(humm, ele vai comprar loló então não vou dar)”, “(humm, não vou baixar esse vidro pois ele vai me roubar)”, “Vá trabalhar para comprar o que quer”, “(humm, não posso dar o peixe, o menino tem que saber pescar)” – você já ensinou alguém à “pescar”!? Qual foi sua última contribuição para a melhoria da qualidade de vida dos mais necessitados? É muito fácil dizer o que está errado. Difícil é agir. Ou melhor, agir é fácil, difícil é querer agir. Quanta falta de tudo! Uma pessoa pede ajuda e a outra, que pode atender o pedido, recusa! Tente ver a situação de longe: Alguém pedindo ajuda ao outro, que ignora o pedido mesmo que possa atendê-lo. É feio!

Moral da estória: CONFIE NAS PESSOAS ANTES DE QUALIFICÁ-LAS. CONFIE NAS PESSOAS! SÃO PESSOAS! SÃO HUMANOS IGUAIS À VOCÊ! MERECEM O MESMO CRÉDITO QUE VOCÊ DÁ AO SEU PREFEITO, GOVERNADOR, PRESIDENTE (alguns desses caras lhes roubam milhões – licitações divertidas, dinheiro na cueca, mensalão, quartel de postos de combustível, etc. E você nem reclama!) OU AO SEU IRMÃO. TODOS SOMOS SERES HUMANOS! “INOCENTE ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO!”!

É isso.

COMO FUGIR DA MEDIOCRIDADE E SUBSTITUIR A BUROCRACIA PELA PRÁTICA

Há algum tempo um amigo me indicou um blog muito interessante. Mas só foi depois de ler o livro do dono do blog é que entendi o significado das idéias dele.

Ricardo Jordão Magalhães é o nome dele. BizRevolution é o blog. “Quebra Tudo” é o seu livro. Sou desenvolvedor e sempre defendi a AGILIDADE nos processos de desenvolvimento. Nunca gostei de processos burocráticos cheios de documentação, papel, reuniões com hora marcada e estagiágios que só fazem documentação (pois até os desenvolvedores acham um saco e empurram nos novados a repetitiva e infundada tarefa). Sempre fui fã de XP, Scrum e metodologias ágeis de desenvolvimento. Gostei tanto dos resultados de minhas experiências com XP (projetos de software em que trabalhei e que foram geridos e desenvolvidos de forma ágil) no campo profissional que apliquei essas idéias ágeis no lado pessoal.

Portanto, estou em constante processo de “desburocratização”. Passei a dar “Bom dia!” de verdade. Passei a me vestir diferente (quem não gostar, fica não gostanto, pois é direito não gostar). Passei a reforçar o senso de urgência, ter mais atitude, ajudar os outros sempre que possível, ler muito, compartilhar meus livros com os outros, escrever posts como esse, confiar nos outros, etc.

É muito melhor ser assim, humano, do que um ser padronizado, que não fala alto demais ou gosta de formulários de papel e horários ou adora marcar reuniões em vez de simplesmente ir lá e falar ou tudo isso junto e um bocado de piadas sem graça.

É muito melhor ser uma pessoal ágil, produtiva, objetiva, pragmática.

É muito melhor exagerar de vez enquando na bebida. Comprar o que quero. É muito melhor gastar algumas vezes do que guardar. É muito ruim se privar de tudo todo tempo.

Não é um estilo de vida. É uma forma de responder às coisas que nos ocorrem. Falo sobre não ficar discutindo sobre o problema, mas sim sobre a solução. Falo de quebrar a mesmice e parar com atitudes medíocres. Falo de não fazer concurso. Falo de contribuir com a sociedade. Ajudar os outros. Revolucionar, melhorar, mudar, mudar. Falo de só fazer concurso se for para revolucionar o futuro cargo. Não só o cargo, toda instituição. Falo de revolucionar tudo todo dia. Falo de não ser funcionário nem colaborador. Falo de ser um revolucionário que mude regras e crie outras ou destrua tudo. Falo de ser aquele tipo de pessoa que não tem medo de falar com o chefe. Que não é “cabeça baixa”. Falo de não começar as frases com “não..” como se já fosse se desculpar por algo que não fez (ou não!). Falo de reclamar. FALO DE RECLAMAR. Se ninguém reclama de nada, tudo está certo. Se tudo está certo pra quê mudar? Acha que o ônibus demora demais? Tudo continua na mesma? Você já reclamou? Se a reclamação não funcionou que tal se juntar com um amigo que tem carro e ir por trabalho de carona. Falo isso por quê é meio absurdo uma pessoa sair em um carro com 5 vagas e ir sozinho ao trabalho. Que tal passar na parada de ônibus e levar uns 3 conhecidos? Já ouviu falar em sustentabilidade? Isso em larga escala iria deixa um bocado de chefes ricos e burocráticos de empresas de ônibus muito nervosos. Talvez eles melhorassem o serviço… Mas vamos parar com essa discursão. Era só um exemplo. Continuemos.

Conheço gente que muitas vezes não consegue proferir uma idéia nova sequer sem buscar aprovação do superior, seja com um olhar (não gosto quando a gente começa a falar com alguém e esse alguém começa a olhar para outra pessoa como se estivesse dizendo “Ela tá falando isso mas não estou opinando portanto não tenho responsabilidade sobre isso”, ou um e-mail para o gerente antes da reunião para ver se o mesmo aprova as idéias. Se não aprovar, nem se fala na reunião das idéias negadas. Para quê reunião mesmo? O que os outros achariam? Conheço gente que não fala tudo o que quer (ou acha que precisa ser falado) nas reuniões. EU NÃO QUERO SER ASSIM. NÃO PRECISO DE CONSENSO PARA SER O QUE SOU OU FAZER O QUE QUERO. NINGUÉM É DONO DA VERDADE.

É muito melhor ao menos tentar revolucionar minha vida. Melhor ainda revolucionar todo o resto. Mudar as vezes é preciso. A mediocridade, em todas as suas formas, vai eliminando as diferenças e tudo e todos vão ficando muito chatos, iguais, burocráticos.

Emfim, depois do desabafo, a informação principal:

EU NÃO SEI ME EXPRESSAR DIREITO E VOCÊ DEVE TER FICADO(A) CONFUSO(A). NÃO ME INTERESSA. O LIVRO FALA SOBRE O QUE COMENTEI, ENTÃO PRONTO!

LEIA O LIVRO “QUEBRA TUDO” AGORA! NÃO DEIXE PARA COMPRAR DEPOIS. NÃO EXISTE DEPOIS. DEPOIS VOCÊ VAI ESTAR MORTO(A).

SEJA DIFERENTE, “BAGUNÇADO”, “CUSTOMIZADO” DE MANEIRA BOA. VIVA! RECLAME! REAJA! AME! SEJA ÁGIL, NÃO TENHA MEDO DE DIZER O QUE PENSA. NÃO TENHA MEDO DE DIZER O QUE SENTE. NÃO DIGA NÃO PARA O NÃO. INVENTE, TENTE, SEI LÁ.

“QUEBRA TUDO!”

Essa é a minha mensagem de hoje e tudo isso vem funcionando comigo. Tente você também!

OBS.: Começe assim: todos os dias ao se levantar, pergunte-se: “Como posso revolucionar alguma coisa hoje?”. Pode ser uma visita à alguém, um abraço, a entrega ao chefe de um relatório novo que você fez escondido e que acha relevante, uma reunião no trabalho, um quadro branco novo para que sua equipe possa organizar idéias e tarefas de forma ágil, um post, um email, sei lá.